sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Salão e Congresso Paranaense de Cerâmica



According the post 
Brazilian Ceramic Art - Congresso e Salão Paranaense de Cerâmica,
 brazilian potters are about to lose one of the 
most traditional Ceramic Exhibition:  
“Salão e Congresso Paranaense de Ceramica”.
The excuse that the state will cancel the exhibition because there is no budget and so intend adress the Eshibition to private companies is inacceptable.
We would like to ask the cooperation and solidarity of all Ceramic artists around the world, once the Exhibition always invites foreign artists. 
The idea is to send the letter template below, to the following email to Mrs. Cristine Vianna Baptista (cosem@seec.pr.gov.br)- Chief of Museums Office at Paraná State-  adding at the end, your name, city and Country. 
We hope that this little action may contribute to the Artist's Commission that will send an official request asking to maintain the exhibition. 

  
Vamos nos organizar para a continuidade do Salão e Congresso Paranaense de Cerâmica. 
Conforme Gilbero Narciso divulgou em seu blog, vamos encaminhar 
e-mails para a Sra. Cristine Vianna Baptista (cosem@seec.pr.gov.br), Coordenadora do Sistema Estadual de Museus da SEEC do Governo do Estado do Paraná.
A ideia é que todos que entendam a importância destes eventos para nossa cultura, se solidarizem e também nos ajudem enviando um 
e-mail, independente de sua área de atuação ou de que estado esteja. É simples, basta copiar a carta 
abaixo e enviar para cosem@seec.pr.gov.br



The letter: 


Cara Sra. Cristine Vianna Baptista
DD. Coordenadora do Sistema Estadual de Museus da SEEC do Governo do Estado do Paraná.

É com grande pesar que vejo o Congresso e o Salão Paranaense de Cerâmica, ameaçados.

Estas são iniciativas exemplares, que se destacam entre as políticas públicas de cultura do Brasil. O Salão e o Congresso do Paraná são modelos, no que concerne a correta aplicação do dinheiro público.

Iniciativas deste tipo que propiciam o intercâmbio de conhecimento, a troca de experiências com profissionais de outras regiões do país e até mesmo do exterior, contribuindo assim para os avanços técnicos e artísticos. 
Sem contar que o Salão Nacional de Cerâmica de Curitiba é a única mostra existente dedicada à cerâmica brasileira, além de manter a verdadeira e sadia preocupação com a preservação de um espaço dedicado a Cerâmica Tradicional Brasileira.

Venho chamar a atenção para a importância da manutenção e continuidade da organização e custeio público nestes eventos. Delegar esta realização para a iniciativa privada poderá incorrera em danos a bens intangíveis, que são a cultura e a memória nacional.

O Congresso e o Salão Paranaense ampliam a valoração das tradições, criam espaço para a diversidade de linguagens, identidade e criatividade de seu povo, incentivam o turismo e aumentam o crescimento econômico do Estado e do País. Ou seja, tanto os Congressos, quanto o Salão Paranaense de Cerâmica, contribuem para o desenvolvimento integrado da sociedade.

Agradeço e espero contar com o apoio do Secretário da Cultura do Paraná, Sr. Paulino Viapiana, e da Sra. Cristine Vianna Baptista, Coordenadora do Sistema Estadual de Museus da SEEC do Governo do Estado do Paraná, para que considerem nosso pedido de manutenção deste evento, de sucesso, através do poder público. 


Atenciosamente,

Nome completo/Full name
Cidade/City
Estado/ Country 

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012


Você começa a pensar em tudo, nos momentos de riso, nos momentos de lágrima, nos próis e contras, no que parecia verdadeiro, na intensidade do que foi vivido, nas palavras, juras, promessas, no que foi cumprido. Você relembra cada detalhe a si mesma, e então quer finalmente saber se vale ou não à pena. Nesse momento, você acha melhor relembrar tudo de novo, para ver se não deixou nada passar. Isso, minha amiga, não é bem precaução.

Débora Andrade
23/02/2012

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012


E você acaba amando tanto que chega a doer.
Quando essa dor te dilacerar, entenda o sinal:
É hora de parar.

Débora Andrade
09/02/2012

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

On-off


Sabe o que é engraçado? Quando você pensa, depois de um relacionamento relativamente longo, que está tão esperta a ponto de escolher quando se apaixonar e quando desligar o sentimento. Foi mais ou menos assim comigo.
E bem, não é mentira que amadureci muito desde o fim do meu namoro, faz um ano e, durante esse tempo me surpreendi bastante comigo. Curtir alguém sem apegar-se a ele, parecia algo que não se encaixava ao meu perfil, sabe? Mas depois do fim do namoro e de toda aquela fase em que você se sente mal, fica deprimida, chora todos os dias, só pensa nele, sofre mais do que um gato quando cai num balde d'água, você realmente muda. É inevitável.
Devo admitir que mesmo depois do término do namoro, não adquiri vocação para devassa, mas fiquei bem menos 'apegada' do que era. Já não me derretia com belas palavras, nem me apaixonava depois de um beijo. Por um bom tempo, acreditei que havia me tornado uma rocha, uma pessoa capaz de ligar e desligar sentimentos. Não, não me achava fria, me achava uma 'quente programável', haha!
Para a minha surpresa e, quase desespero, depois de todo esse tempo, me apaixonei. É, de novo aquilo tudo, só que de uma forma diferente, porque bem, foi um susto! Quando eu menos esperava, quando achava que estava ainda mais forte, caí. Era tão bom, mas era tão ruim.
Comecei a pensar naquilo tudo com mais cuidado e, percebi que poderia ser algo bom, o meu interruptor do on-off para emoções havia quebrado, e no fundo, eu não queria concertá-lo.
É tudo uma maravilha. Flores e cores por todos os lados, você sorri mais, canta mais, dispensa o amigo desconfiômetro, é até imprudente, se joga! E... cai. Você então percebe mais uma vez - e fica com uma raiva filha da mãe de si mesma - que o outro não é um espelho teu. Não é porque você gosta tanto dele, se identifica tanto com ele, que o indivíduo tem que gostar como você gosta, ver as coisas como você vê e, o mais difícil: Ter uma vida como a sua, as mesmas responsabilidades.
Tudo é muito mais complicado do que você imaginava, coisas que só podem ser resolvidas em meses ou anos não vão se resolver em dias porque o seu sentimento é forte. "Ele não é mais forte do que algumas circunstâncias simplesmente porque não basta apenas o seu sentimento, entende?" - é o que falo para mim.
E o mais doloroso quando se cai assim, é que não havia alguém para segurá-la, é que você fica tão frustrada consigo mesma e a sua capacidade de dar mancadas que nem quer levantar por um bom tempo. E é aí que você acha que vai se fortalecendo, que enquanto não levanta está se recuperando; você realmente acredita que está a cada dia mais distante de cair de novo, afinal, o interruptor on-off emoções voltou a funcionar. Você acredita cegamente nisso, até que, bem, até que você tropeça novamente.
Só espero que demore mais da próxima vez.

Débora Andrade
06/02/2012
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